92 policiais mortos e cadê os direitos humanos para esses profissionais?

Aonde estão os direitos humanos para os policiais mortos? (mogitronic.com.br)


  O estado de São Paulo já perdeu 92 profissionais que tem como objetivo garantir a nossa segurança. A maioria morta fora do horário de serviço e em circunstâncias covardes, mas ao contrário do que acontece quando um bandido morre, até agora as organizações dos direitos humanos não se manifestaram sobre o assunto. Até parece que para eles isso é normal.

  Há algum tempo eu vi um adesivo em um carro que sintetizava o sentimento da população em relação aos grupos de defesa dos direitos humanos. A frase dizia o seguinte "Os direitos humanos não são para humanos direitos". Genial.

  Quando é um bandido que morre, os direitos humanos caem em cima da polícia, fazendo com que a mesma trabalhe de mãos atadas. Porém quando são trabalhadores ou policiais que morrem eles não estão nem ai.

  Há muito tempo os direitos humanos foram tomado por ideologias hipócritas que acham que se o policial chegar com flores será melhor recebido pelos bandidos. Pura "balela".

  No atual momento brasileiro, que é pior que uma guerra civil declarada, não tem como os policiais trabalharem sem matar se estão lidando com bandidos armados até os dentes. Em um confronto direto entre policiais e bandidos quem SEMPRE deve morrer é o bandido. Pois o policial mata um bandido, mas um bandido pode matar quantas pessoas ao longo de sua carreira criminosa?

  O Brasil tem que começar a olhar para os bandidos como pessoas que, ao entrar nessa vida, estão assumindo o risco morrer. Eles aceitaram isso, e como não temos cadeias decentes não teremos bandidos recuperados.

  Os tempos mudaram, mas a velha máxima de que "bandido bom é bandido morto" nunca foi tão atual como agora.

  Espero que se esses hipócritas dos direitos humanos defendam quem realmente merece ser defendido, os trabalhadores.
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