Destruição do mascote da Copa, em Porto Alegre, mostra que protestos viraram refúgio para maconheiros "filhinhos de papai"

Mascote da Copa já foi removido depois de ser destruído por um bando de filhinhos de papai (Diego Vara/Agência RBS)


  Na noite da última quinta (04) um grupo de manifestantes entrou em conflito com a polícia e acabaram destruindo o mascote da Copa exposto no centro de Porto Alegre, o problema é que eles já foram para lá não com a intenção de protestar, e sim de destruir tudo.

   Isso fica notável quando olhamos as razões do protesto. Os manifestantes protestavam contra o cercamento de espaços públicos, como o que ocorreu no auditório Araújo Vianna na Redenção e a liberação  de horário de funcionamento para os bares da Cidade Baixa.

   Coisas inúteis.

   O cercamento das praças é para aumentar a segurança dos locais como o auditório. Sabe-se que o Parque da Redenção é um ponto bem agradável para os MACONHEIROS e para a PROSTITUIÇÃO e a prefeitura não faz mais que a sua obrigação cercando o local.

  Afinal quem gosta de ver maconheiro é traficante. Se o espaço é público que seja voltado para o trabalhador e não para o viciado.

  Quanto aos bares da Cidade Baixa tem sim de haver um horário de funcionamento para que os TRABALHADORES tenham direito de descansar sem ter de aguentar jovens bêbados gritando e fazendo baderna.

  Sem contar que destruição do boneco é pequena perto do que o tumulto representou. Isso mostrou para o país todo que, assim como na USP, Porto Alegre está tomada por jovens maconheiros que acham que podem protestar da forma que bem entendem.

  E para a polícia só tenho a agradecer por ter feito a sua parte e dado uma lição nesses "filhinhos de papai".

  Protestar contra a fome e a corrupção eles não protestam.

  VAGABUNDOS.
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