Charges sobre Maomé são provocação infantil e com o intuito de aparecer

Capa de revista francesa mostra Maomé em uma cadeira de rodas com o título de "Intocáveis" (divulgação/Band)


  A revista semanal francesa "Charlie Hebdo" publicou charges sobre Maomé em um momento que o mundo muçulmano se revolta com um filme, sem o minimo de bom senso, lançado nos EUA. É óbvio que o objetivo do autor é aparecer as custas dessa história.

  Depois que várias pessoas morreram em protestos violentos contra o tal filme, lançar charges debochando do profeta é no minimo uma completa falta de bom senso.

  O autor da revista, Charb, declarou que fez as charges para que se fale sobre o assunto e, também, para que meia dúzia de radicais islâmicos não saiam vitoriosos dessa luta.

  O problema é que o discurso é falso. Lançar essas charges, neste momento, é colocar os cidadãos franceses em risco ao redor do mundo.

  Sem contar que a visão do mundo islâmico sobre a forma de falar e representar o profeta é bem diferente da nossa. Temos de aceitar que eles tem uma outra forma de lidar com a religião e deveríamos respeitar isso.

  Resultado, a França anunciou que vai fechar diversas embaixadas ao redor do mundo, com medo de novos protestos, e o autor da revista está conseguindo o que queria, aparecer.

  Falta de bom senso está virando doença.
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