Propaganda de cigarro não aumenta o consumo. Burrice sim.

  O ministro da saúde, Alexandre Padilha, disse que espera que a presidente Dilma Roussef vete o projeto de lei que libera a propaganda de cigarro em eventos esportivos e culturais. E eu pergunto pra quê?

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  Há muito tempo foi proibida a veiculação de qualquer tipo de propaganda envolvendo o cigarro a não ser as que mostrassem as desastrosas consequências do vício e de nada adiantou. As pessoas continuam fumando e as poucas que pararam fizeram isso mais pelas campanhas de conscientização do que pela falta de propaganda.

  O governo tem que investir em campanhas de conscientização e em uma estrutura que envolva grupos de ajuda, psicólogos e psiquiatras para acompanhar os que querem abandonar o vício. Promover palestras em escolas mostrando aos jovens, que continuam aderindo ao vício, as consequências do uso dessa droga lícita.

  A propaganda em eventos esportivos e culturais pode até ajudar financeiramente esses setores que tanto carecem de recursos.

  O que eu sei que não dá, e nem dará, certo nunca, é marginalizar o fumante como São Paulo faz. O viciado faz o que tiver de fazer para fumar, se precisar ir fumar no inferno ele vai.

  E o que me revolta, além do que São Paulo faz, é que diversos setores da sociedade olham com bom olhos os protestos que os estudantes da USP fazem para defender os maconheiros, mas esses mesmos setores olham com desprezo quem fuma. Não dá pra entender.

  Prefiro um fumante que um maconheiro.
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