O jornalismo envolve riscos e tragédias fazem parte. Infelizmente.

Gelson Domingos é mais uma vítima da violência. foto fernandoperegrino.com.br

  A morte do cinegrafista da Band Gelson Domingos morreu nesta madrugada de domingo vítima de um tiro que ele levou em uma ação do BOPE no Rio de Janeiro e provocou uma grande comoção em toda a sociedade, mas infelizmente esse é um risco da profissão.

  Gelson não foi nem o primeiro e nem o último a morrer em busca da informação, pois o risco nesse função é gigantesco. Claro que com a violência que temos hoje em dia esse risco se tornou diário.

  Antigamente haviam guerras e ditaduras que matavam todos aqueles envolvidos na busca pela notícia, mas hoje em dia temos os traficantes, as milícias e tantos outras formas de terror, que o jornalismo tornou-se uma profissão de risco.

  O problema é que já existem pessoas querendo se aproveitar disso, o sindicato dos jornalistas profissionais do município do Rio de Janeiro declarou que as empresar que trabalham com jornalistas tem que tomar medidas mais concretas para proteger os profissionais, mas como?

  O cinegrafista estava usando um colete à prova de balas aprovado pelo exército e não foi o colete que se mostrou ineficaz e sim o armamento dos bandidos que era muito pesado, então o que fazer?

  O máximo que existe em proteção pessoal ainda é o colete à prova de balas. O cinegrafista até poderia ir dentro do "caveirão" do BOPE, mas de que adiantaria se ele não conseguiria mostrar nada?

  Infelizmente a morte dele é lamentável e evitável, mas não por parte das empresas de mídia e sim pelos governos, que em uma soma de incompetência e desleixo deixou que o Rio de Janeiro se transformasse nesse caos urbano.
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